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Polícia Federal deflagra Operação Fogo Cruzado contra tráfico internacional de armas em Guajará-Mirim
  • A Polícia Federal deflagrou em 27 de outubro de 2026 a Operação Fogo Cruzado para desarticular grupo investigado por comércio ilegal e tráfico internacional de armas e munições na fronteira Brasil-Bolívia.
  • A ação mobiliza 36 policiais federais em nove equipes para cumprir 9 mandados de busca e apreensão em Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no Acre, expedidos pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.
  • As investigações iniciadas em setembro de 2025 após apreensão de munições e moeda estrangeira na BR-425 identificaram associação criminosa, e os suspeitos podem responder por crimes cuja pena total pode ultrapassar 30 anos de reclusão.

Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação do News Rondônia

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira, dia 27 de outubro de 2026, a Operação Fogo Cruzado, voltada a desarticular um grupo investigado pelo comércio ilegal e pelo tráfico internacional de armas de fogo e munições na faixa de fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

A ofensiva mobiliza 36 policiais federais divididos em nove equipes de campo. Ao todo, estão sendo cumpridos 9 mandados de busca e apreensão nas cidades de Capixaba, Epitaciolândia, Brasiléia e Plácido de Castro, no estado do Acre. As ordens judiciais foram expedidas pela 7ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Rondônia.

As investigações começaram em setembro de 2025, quando agentes de segurança apreenderam grande quantidade de munições de diversos calibres e valores em moeda estrangeira transportados em um automóvel fiscalizado na BR-425, no município de Nova Mamoré. A partir desse flagrante, a corporação mapeou a existência de uma associação criminosa voltada ao transporte e à comercialização de armamentos bolivianos.

O objetivo do cumprimento das ordens judiciais é apreender armas, cartuchos, equipamentos eletrônicos e documentos. Os suspeitos investigados na operação poderão responder pelos crimes de comércio ilegal de arma de fogo, tráfico internacional de armas, associação criminosa e contrabando, cujas penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.

Fonte: newsrondonia.com.br