{"id":676,"date":"2026-10-12T13:17:51","date_gmt":"2026-10-12T13:17:51","guid":{"rendered":"https:\/\/estadaorondonia.com.br\/?p=676"},"modified":"2026-10-12T13:17:51","modified_gmt":"2026-10-12T13:17:51","slug":"uniao-estavel-nao-formalizada-como-provar-a-relacao-e-entrar-no-inven","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/estadaorondonia.com.br\/?p=676","title":{"rendered":"Uni\u00e3o est\u00e1vel n\u00e3o formalizada: como provar a rela\u00e7\u00e3o e entrar no inven"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>Muitos casais vivem juntos por anos sem jamais formalizar a uni\u00e3o em cart\u00f3rio. Com o falecimento de um dos companheiros, essa aus\u00eancia de registro pode dificultar o acesso do sobrevivente \u00e0 heran\u00e7a.<img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1704640&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1704640&amp;o=node\" style=\"width:1px; height:1px; display:inline;\"\/><\/p>\n<p>A formaliza\u00e7\u00e3o da uni\u00e3o est\u00e1vel por escritura p\u00fablica ou contrato \u00e9 um importante instrumento de seguran\u00e7a jur\u00eddica.<\/p>\n<p>A lei, entretanto, protege a fam\u00edlia de fato: a uni\u00e3o est\u00e1vel \u00e9 a conviv\u00eancia p\u00fablica, cont\u00ednua e duradoura, estabelecida com o objetivo de constituir fam\u00edlia, sem exig\u00eancia de tempo m\u00ednimo ou de escritura.<\/p>\n<p><strong>Dessa forma, o elemento central n\u00e3o \u00e9 a exist\u00eancia de um documento formal, mas a comprova\u00e7\u00e3o de que, na realidade, havia uma verdadeira entidade familiar.<\/strong><\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-left\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=476042:grande_6colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/cyBP_DmDyllDV6I0eyRq0QV2qxw=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/06\/ensaio_suzana_viegas-144_2.jpg?itok=tNUY4rsN\" alt=\"06\/10\/2026 - A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Foto: Suzana Borges\/ Arquivo Pessoal\" title=\"Suzana Borges\/ Arquivo Pessoal\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/cyBP_DmDyllDV6I0eyRq0QV2qxw=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/06\/ensaio_suzana_viegas-144_2.jpg?itok=tNUY4rsN\" alt=\"06\/10\/2026 - A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Foto: Suzana Borges\/ Arquivo Pessoal\" title=\"Suzana Borges\/ Arquivo Pessoal\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=476042 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<p>A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB).<strong>\u00a0Suzana Borges\/ Arquivo Pessoal<\/strong><!--END copyright=476042--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>A professora Suzana Borges Viegas de Lima, da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), explica que, quando a rela\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi formalizada,\u00a0o parceiro que sobreviveu poder\u00e1 precisar comprovar a exist\u00eancia da uni\u00e3o para ingressar no invent\u00e1rio e exercer os direitos patrimoniais, sucess\u00f3rios e, eventualmente, previdenci\u00e1rios decorrentes da rela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEssa comprova\u00e7\u00e3o \u00e9 normalmente constru\u00edda a partir de um conjunto de elementos probat\u00f3rios. Podem ser considerados, entre outros, comprovantes de resid\u00eancia comum,\u00a0depend\u00eancia financeira,\u00a0inclus\u00e3o como dependente em plano de sa\u00fade, contas e contratos conjuntos, aquisi\u00e7\u00e3o compartilhada de bens, fotografias, registros de viagens, correspond\u00eancias, mensagens, exist\u00eancia de filhos em comum e depoimentos testemunhais\u201d, elenca a professora.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Para Suzana, a aus\u00eancia de formaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o afasta, por si s\u00f3, os direitos decorrentes da uni\u00e3o est\u00e1vel.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cAinda assim, a formaliza\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o\u00a0\u00e9\u00a0medida recomend\u00e1vel, justamente porque reduz a inseguran\u00e7a\u00a0jur\u00eddica\u00a0e ajuda\u00a0a prevenir conflitos sucess\u00f3rios ap\u00f3s o falecimento de um dos companheiros\u201d.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A advogada Luisa Baldi, especialista em direito de fam\u00edlia e sucess\u00f5es, da Arechavala Advogados, associada ao Instituto Brasileiro de Direito de Fam\u00edlia (IBDFAM<!--TgQPHd|||[[&quot;https:\/\/ibdfam.org.br\/&quot;,null,null,[null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,null,[{&quot;1218&quot;:[16,null,null,null,[1]]}]],16,null,&quot;IBDFAM : Instituto Brasileiro de Direito das Fam&iacute;lias e Sucess&otilde;es&quot;,&quot;IBDFAM portal data: * Org: Instituto Brasileiro de Direito das Fam&iacute;lias e Sucess&otilde;es * Apoiador Premium: list of listed legal professionals\/entities (e.g., Maria Ines Fernandez Miguez Pinto, Triade Estudos Juridicos, Advocacia Galdino). * Destaques: - Envelhecimento: Dia Nacional da Pessoa Idosa statement. - Danos: TJTO condemns man to pay R$ 456k for sentimental scam. - Responsabilidade: TJES pension calculation ruling. - Capacidade: TJSP increases alimony after father&#39;s financial change. - Doutrina: Revista IBDFAM gender inequality focus. * &Uacute;ltimas not&iacute;cias: TJSP non-binary gender recognition; Senate inventory deadline\/LGBTIc&iacute;dio bill (20-40 yrs); STJ usucapi&atilde;o ruling; notary bill; CNJ session; curatorship appointment.&quot;,&quot;https:\/\/encrypted-tbn3.gstatic.com\/images?q\\u003dtbn:ANd9GcQjDA4xgg1dhmTLZgAZzAOK_Y47l2bvGieaJmEF7ZQmuRyEJCSJYIe2UY0HgdknP7HB-8M2alMVNGwgMxY&quot;,&quot;IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito de Fam&iacute;lia&quot;,&quot;https:\/\/encrypted-tbn0.gstatic.com\/faviconV2?url\\u003dhttps:\/\/ibdfam.org.br\\u0026client\\u003dAIM\\u0026size\\u003d128\\u0026type\\u003dFAVICON\\u0026fallback_opts\\u003dTYPE,SIZE,URL&quot;,[[1791390593000777,43364076,370878983],null,null,null,null,[[2,0,0,1]]],null,&quot;4d4e9afa-0ffb-4070-aa91-3bd5a97839d5&quot;]]-->), explica que se todos os herdeiros concordarem, a uni\u00e3o pode ser reconhecida no pr\u00f3prio invent\u00e1rio, judicial ou extrajudicial.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cHavendo resist\u00eancia, o companheiro deve propor a\u00e7\u00e3o de reconhecimento de uni\u00e3o est\u00e1vel <em>post mortem<\/em> em face dos herdeiros, perante a Vara de Fam\u00edlia, e pode requerer ao ju\u00edzo do invent\u00e1rio a reserva do seu quinh\u00e3o at\u00e9 a decis\u00e3o final, evitando que os bens sejam partilhados sem a sua participa\u00e7\u00e3o\u201d, afirma a advogada.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Luisa acrescenta que, reconhecida a uni\u00e3o, o sobrevivente tem direito \u00e0 mea\u00e7\u00e3o dos bens adquiridos durante a conviv\u00eancia, salvo contrato em sentido diverso, e \u00e0 heran\u00e7a nas mesmas condi\u00e7\u00f5es do c\u00f4njuge, conforme decidido pelo Supremo Tribunal Federal, conforme o Tema 809 de repercuss\u00e3o geral.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cImportante destacar, por\u00e9m, que n\u00e3o h\u00e1 f\u00f3rmula \u00fanica: a sufici\u00eancia das provas, a via processual adequada e a extens\u00e3o dos direitos do companheiro sobrevivente dependem da an\u00e1lise de cada caso.\u201d, diz Luisa.<\/p>\n<\/blockquote>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image atom-align-center\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=476302:cheio_8colunas --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/uublxRS3D-4WksC8dbyUC6CPlW0=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/08\/uniao-estavel-sem-registro.jpg?itok=mhrG1w6z\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 08\/10\/2026 - Uni\u00e3o est\u00e1vel sem registro. Foto: Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Arte\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/uublxRS3D-4WksC8dbyUC6CPlW0=\/754x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/08\/uniao-estavel-sem-registro.jpg?itok=mhrG1w6z\" alt=\"Bras\u00edlia (DF), 08\/10\/2026 - Uni\u00e3o est\u00e1vel sem registro. Foto: Arte\/Ag\u00eancia Brasil\" title=\"Arte\/Ag\u00eancia Brasil\"\/><br \/>\n    <!-- END scald=476302 --><\/div>\n<div class=\"dnd-caption-wrapper\">\n<p>\u00a0Foto:\u00a0<strong>Arte\/Ag\u00eancia Brasil<\/strong><!--END copyright=476302--><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<h2>Quem fica vi\u00favo pode continuar morando no im\u00f3vel da fam\u00edlia?<\/h2>\n<p><strong>A professora da UnB destaca que, em regra, sim. O ordenamento jur\u00eddico brasileiro assegura ao c\u00f4njuge sobrevivente o denominado Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o, previsto no C\u00f3digo Civil, prote\u00e7\u00e3o que tamb\u00e9m\u00a0\u00e9 garantida pela jurisprud\u00eancia\u00a0ao\u00a0companheiro sobrevivente.<\/strong><\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cEsse direito permite que a pessoa permane\u00e7a residindo no im\u00f3vel que servia de moradia \u00e0 fam\u00edlia, ainda que, com a abertura da sucess\u00e3o, o bem passe a integrar o acervo heredit\u00e1rio e haja outros herdeiros com direitos sobre ele\u201d, diz Suzana.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Segundo ela, a finalidade \u00e9 proteger a moradia do c\u00f4njuge ou companheiro sobrevivente, evitando que, al\u00e9m da perda decorrente da morte, a pessoa tenha de deixar imediatamente a resid\u00eancia da fam\u00edlia.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cPor essa raz\u00e3o, enquanto subsistir o Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o, n\u00e3o se admite, em regra, a cobran\u00e7a de aluguel pelo uso do im\u00f3vel, tampouco a exig\u00eancia de sua desocupa\u00e7\u00e3o pelos demais herdeiros\u201d, explica a professora.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>Ela destaca que o Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o n\u00e3o se confunde com a propriedade. O sobrevivente n\u00e3o se torna propriet\u00e1rio exclusivo do im\u00f3vel.<\/strong> \u201cO que lhe \u00e9 assegurado \u00e9 o direito de nele permanecer residindo, ainda que a titularidade patrimonial do bem seja compartilhada com os sucessores\u201d.<\/p>\n<p><a target=\"_blank\" href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2026-09\/conheca-os-instrumentos-de-planejamento-sucessorio\" target=\"_blank\">&gt;&gt; Conhe\u00e7a os instrumentos de planejamento sucess\u00f3rio &lt;&lt;<\/a><\/p>\n<p>Suzana acrescenta que tradicionalmente, a jurisprud\u00eancia atribuiu a esse direito car\u00e1ter gratuito e vital\u00edcio. Mais recentemente, contudo, passou-se a admitir, em hip\u00f3teses excepcionais, uma an\u00e1lise mais cuidadosa das circunst\u00e2ncias concretas do caso.<\/p>\n<p>\u201cEssa flexibiliza\u00e7\u00e3o jurisprudencial decorre da necessidade de compatibilizar o Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o com a sua pr\u00f3pria finalidade social. Nesse contexto, podem adquirir relev\u00e2ncia elementos como a capacidade financeira do sobrevivente, a exist\u00eancia de outros im\u00f3veis ou patrim\u00f4nio suficiente para lhe assegurar moradia digna, bem como a condi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e pessoal dos demais herdeiros\u201d, pondera Suzana.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cN\u00e3o se trata, evidentemente, de afirmar que a exist\u00eancia de renda ou patrim\u00f4nio seja suficiente, por si s\u00f3, para afastar o direito. A mitiga\u00e7\u00e3o permanece excepcional e exige uma pondera\u00e7\u00e3o entre os interesses juridicamente protegidos, especialmente o direito \u00e0 moradia, a prote\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, a fun\u00e7\u00e3o social da propriedade e os direitos patrimoniais dos herdeiros\u201d, acrescenta a professora da UnB.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>De acordo com Suzana, a evolu\u00e7\u00e3o jurisprudencial demonstra que o Direito Real de Habita\u00e7\u00e3o continua a representar importante mecanismo de prote\u00e7\u00e3o do c\u00f4njuge ou companheiro sobrevivente, mas sua aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o deve ser inteiramente dissociada das circunst\u00e2ncias concretas de cada n\u00facleo familiar.<\/p>\n<div class=\"dnd-widget-wrapper context-grande_6colunas type-image atom-align-right\">\n<div class=\"dnd-atom-rendered\"><!-- scald=476043:grande_6colunas {\"additionalClasses\":\"\"} --><br \/>\n            <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/jxxixzTa9VbphQpEk7q_IMoGRcQ=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/06\/whatsapp_image_2026-10-06_at_10.45.07.jpeg?itok=iIaOwpUA\" alt=\"06\/10\/2026 - Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Fam\u00edlia e Sucess\u00f5es . Foto: Luisa Baldi\/ Arquivo Pessoal\" title=\"Luisa Baldi\/ Arquivo Pessoal\"\/><br \/>\n        <img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/imagens.ebc.com.br\/jxxixzTa9VbphQpEk7q_IMoGRcQ=\/463x0\/smart\/https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/2026\/10\/06\/whatsapp_image_2026-10-06_at_10.45.07.jpeg?itok=iIaOwpUA\" alt=\"06\/10\/2026 - Advogada Luisa Baldi, da Arechavala Advogados, especialista em Direito de Fam\u00edlia e Sucess\u00f5es . 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O sobrevivente pode permanecer no im\u00f3vel sem pagar aluguel aos herdeiros, ainda que n\u00e3o seja propriet\u00e1rio, e esse direito n\u00e3o prejudica a mea\u00e7\u00e3o ou a parte da heran\u00e7a que eventualmente lhe caiba. Ele prevalece inclusive diante dos demais herdeiros e de eventuais compradores do im\u00f3vel\u201d, afirma Luisa.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A advogada ressalta que o direito \u00e9 de moradia: o benefici\u00e1rio pode residir no im\u00f3vel com sua fam\u00edlia, mas n\u00e3o pode alug\u00e1-lo nem emprest\u00e1-lo (art. 1.414 do C\u00f3digo Civil), e, em regra, responde pelas despesas ordin\u00e1rias, como condom\u00ednio e IPTU.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cDiante de cobran\u00e7as de aluguel ou pedidos de desocupa\u00e7\u00e3o, a recomenda\u00e7\u00e3o \u00e9 buscar orienta\u00e7\u00e3o jur\u00eddica antes de firmar qualquer acordo, pois cada situa\u00e7\u00e3o familiar e patrimonial exige an\u00e1lise individualizada\u201d, completa Luisa.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>      <!-- Relacionada --><\/p>\n<p>            <!-- Relacionada -->\n    <\/div>\n<p><small>Fonte: <a href=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/justica\/noticia\/2026-10\/uniao-estavel-nao-formalizada-como-provar-e-entrar-no-inventario\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Acessar not\u00edcia original<\/a><\/small><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muitos casais vivem juntos por anos sem jamais formalizar a uni\u00e3o em cart\u00f3rio. 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